São Paulo 7 de setembro de 2008
CORRUPÇÃO ROUBA A NOSSA LIBERDADE!
Em dado momento da história, em um passado remoto, certos indivíduos se sentiram no direito de realizar atos de apropriação diversos dos permitidos no contexto geral da sociedade. Fosse por descendência, necessidade acreditada, noção de inteligência, simplesmente se posicionavam moralmente, ou amoralmente, de forma a utilizar um poder cedido para seus próprios fins.
A partir de então, estes direitos impostos se expandiram a ponto de se tornarem uma carga insustentável para a sociedade. Este desvio implica em falta de recursos para os seus fins primeiros refletindo diretamente no nosso circulo de vivência, restringindo
-o, ou seja, cerceando nossa liberdade, nosso bem maior, o que somos sem liberdade? Abaixo a CORRUPÇÃO, LIBERDADE PARA TODOS, lembrando que o direito de um termina onde inicia o do próximo.Vamos nos fazer entender, comecemos por um fato histórico, a identificação de um dito desvio para o puro entesouramento. Em 1968 a guerrilha arrombou um certo cofre e se apossou de seu conteúdo, um volume inimaginável de dólares, conteúdo este pertencente ao Doutor Ademar de Barros, este é um fato documentado nas páginas de “O Estado de São Paulo”. Pergunta
-se, de onde vieram tantos dólares? A resposta está no artigo, vieram da venda de vacinas contra a paralisia infantil para o governo do Paraguai, tais vacinas se destinavam originalmente à campanha no estado de São Paulo que o dito doutor então governava, venda esta feita na pessoa física de Ademar de Barros que se apropriou do resultado da mesma substituindo o material da campanha de vacinação por água destilada que foi aplicada em nossas crianças, com certeza ampliando a incidência da doença, colocando nossos filhos em uma situação que muitas vezes teria a morte como benção.Pergunta
-se, o que levou o doutor Ademar de Barros, médico juramentado, a se ver no direito de apropriar-se de bem tão precioso em detrimento dos jovens de nosso estado?Um século antes, quando a corte portuguesa inspirou os ares da nossa Bahia de Guanabara, já trazia em sua bagagem a corrupção como fato corriqueiro descrito nas palavras de Ruy Barbosa, “...é tanto que se chega a ter vergonha de ser honesto!”. Então,
digo que basta!
Kairós nos apresenta e diz ser o momento, temos os meios e a obrigação de agir, das linhas maçônicas, investidos e togados se somam a ampla massa de cidadãos que crêem na
“LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE”
Inspirados por Voltaire, Benjamin Franklin, Garibaldi e San Martins, marchemos, tomemos de nossa pena e brademos em unissom:
BASTA!
Criemos processos, apliquemos leis, pois elas existem porém são mal lidas, é preciso conquistar a LIBERDADE maior, a do DIREITO! São nossos bens, bens da sociedade como um todo, que diariamente e de forma crescente, são expropriados. Expropriação que aleija, mutila, mata e impede a nossa realização e de nossos mais acalentados sonhos. Desvio que cala fundo na alma a qual até hoje, de forma inexplicável, foi permissiva, contemporizando o inadmissível.
Irmãos, nos posicionemos em nossas colunas e marchemos, a aurora brilha nas ruas, delineando os perfis dos justos que hão de
PARIR O DIREITO DESTA NOSSA DEMOCRACIA.
Valentim Ricardo Silber Philip Martin
MM.’.

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